sábado, 21 de julho de 2018

Pequenas felicidades

Estou deitada no meu sofá lendo um livro e ouvindo minha playlist do Spotify chamada TO LISTEN WHILE READING.

Estou aqui concentrada no meu livro (que é ótimo e me surpreendeu, por sinal), Kalil está na mesa de computador dele jogando, quando eu me assusto e experimento uma sensação de felicidade me invadir.
Eu sonhei tanto com isso, sabe, estar na minha casa a noite deitada relaxando lendo um bom livro e ouvindo uma boa música. 
Que coisa estranha e que sensação maravilhosa ser pega de surpresa por uma felicidade tão simples dessa. 

Acho que final das contas a vida é isso mesmo: são as pequenas felicidades que fazem tudo valer a pena.


Livro: A Mulher que Roubou a Minha Vida - Marian Keyes
Música: Parfum Thérémine - L'Impératrice

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Atenção à validade do seu passaporte antes de aplicar para um visto no Canadá

Como é de conhecimento de muitos, quando você tira um visto de turismo para os EUA, independente da validade de seu passaporte, esse visto é válido por dez anos (na regra). Se por um acaso seu passaporte expirar nesse meio tempo, você irá emitir um novo, mas seu visto de turismo continua ativo normal, você apenas terá que andar com dois passaportes, o novo e o antigo cancelado mas com um visto ativo.

Quando eu e o Kalil viemos para o Canadá a primeira vez em 2015, nós aplicamos para o visto de turismo e sua validade era de cinco anos ou até a data de validade de seu passaporte se esse fosse inferior a cinco anos.

Ano passado, enquanto estávamos aplicando para o visto de estudo do Kalil e o meu de trabalho, eu notei que os dois passaportes venciam antes do fim do curso do Kalil, que é de três anos. Pensei com meus botões:

- De duas uma: ou a gente tem que renovar o passaporte antes de aplicarmos para o visto para não termos problemas com o vencimento (usando a memória do visto de turismo), ou, por se tratar de visto de estudo/trabalho, esses terão a validade normal do College do Kalil e teremos que ter dois passaportes como ocorre com o visto de turismo americano.

Não fiquei apenas com isso na cabeça. Liguei para o ATENDIMENTO AO PÚBLICO DO CONSULADO CANADENSE EM SÃO PAULO e fiz exatamente esse questionamento.
O filho de uma puta atendente me disse que eu não precisava me preocupar que eu poderia usar os dois passaportes e que o fato de nossos passaportes terem data de expiração inferior ao tempo de curso do Kalil não iria influenciar em nada na data de expiração do visto.

RESULTADO????

Nosso visto vence junto com a data de vencimento do nosso passaporte.

RESULTADO 2?????

Estamos nesse momento renovando nosso passaporte e entrando com a documentação para pedir extensão do nosso visto. Uma facada de 360 doláres pelos passaportes + 405 dólares pelos vistos totalizando 765 dólares de burrice.

Então, pessoal que está aplicando para qualquer coisa na vida, NUNCA confiem em atendimento por telefone. Se você não puder formalizar uma pergunta por escrito para cobrar a informação errada e ter isso para esfregar na cara do infeliz que não sabe falar "NÃO SEI, SENHORA, SÓ UM MOMENTO QUE VOU CONFERIR COM QUEM SABE", confie nos seus instintos, ta?! Porque na altura do campeonato levar uma surra de quase 800 dólares é PHODA!!!

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Olha que mancada!!! - falando merda em inglês

Na loja que eu trabalho, a gente vende roupas, acessórios e também roupas de ginástica, leggings, pijama e lingerie. Num belo dia, eu estava responsável pela venda de sutiãs.

Braletes é um tipo de top, não tem fecho e nem alça regulável, você coloca ele pela cabeça igual um top mesmo.

Aí eu estava com a cliente e ela pegou um bralete para experimentar e falou: "Ah, mas esse não tem fecho atrás, ne?!". (This one doesn't have hook on the back, right?)
Obs.: HOOK em inglês é gancho, fecho.
Eu para a cliente: "Não, esse não é regulável e nem tem HOOKERS atrás". Na minha burrice, eu achei que HOOKERS era o plural de HOOK, mas HOOKERS é PROSTITUTA!!!!!!!!!!!!!! HAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA

Meu Deus do céu!!!!! Agora entendi porque ela não quis nem experimentar o tal bralete que não tem prostituta atrás hahahahhahahahahahhah

Para conhecimento e evitar passar vergonha.: hooks é o plural de hook.

domingo, 17 de junho de 2018

Estreia do Brasil na Copa do Mundo na Russia 2018

Hoje foi o jogo de estreia do Brasil na Copa do Mundo na Russia e eu e o Kalil fomos para a casa de uns amigos para assistir lá.
Fomos de metrô e no caminho até lá vimos muita gente com a camisa do Brasil e o pessoal bem animado.
Chegamos na casa dos amigos e todos com camisa do Brasil e a bandeira pendurada na janela. 
Foi uma tarde tão gostosa, foi tão gostoso estar com pessoas da nossa terra torcendo todo mundo pelo nosso país (nem que seja ali no futebol) que eu parei um momento e vi o quanto o brasileiro tem disso, ne?! Para muitas pessoas o brasileiro é ignorante por estar aproveitando e torcendo no futebol enquanto o país está essa merda toda, mas essas pessoas que criticam não conseguem perceber que o brasileiro é assim feliz de qualquer jeito.

No nosso caminho para a casa dos amigos eu me senti um pouco triste, me deu muita saudade dos amigos do Brasil, porque provavelmente iríamos combinar de assitir todo mundo junto, teria o bolão para adivinhar o placar, teria muita festa com os gols e tudo mais que envolve essa festa.
Mas quando chegamos na casa dos nossos amigos a vibe estava tão gostosa, o pessoal é tão bacana e o clima estava tão descontraídos com os gritos nas faltas, a comemoração no gol, os xingos com os passes errados que eu senti essa tal gratidão que é a palavra do momento.
Eu estou longe, eu sei que estou, mas tenho que me forçar a olhar ao redor e a ver as coisas boas e novas que aconteceram na minha vida. 
Esses amigos são pessoas iluminadas, elas caíram do céu para mim e o Kalil e eu sou realmente grata por tê-los nas nossas vidas.

No final das contas o jogo com a Suíça terminou empatado no 1 a 1, o que foi frustrante. Mas dois minutos depois estávamos rindo, fazendo piada e assistindo Faustão ahhahahahahha

sábado, 16 de junho de 2018

Desabafo

Chega um momento na vida de qualquer imigrante que ele não se sente em casa no lugar que ele escolheu para viver, mas ao mesmo tempo ele não se imagina voltando para o lugar de origem. Eu cheguei nesse momento agora e costumo falar que estou no limbo, ou seja, eu não tenho mais um lugar.
Isso porque eu tenho sentido muita falta de muita coisa no Brasil que eu nunca vou ter aqui em Toronto, mas ao mesmo tempo eu tenho coisas aqui que eu nunca terei no Brasil e que são cruciais para minha vida no momento.

Eu não paro de pensar ultimamente o quanto eu tenho raiva do Brasil, porque se ele fosse bom para mim o suficiente, se ele me desse tudo aquilo que eu tenho direito (como saúde, transporte público eficiente, educação com qualidade e PRINCIPALMENTE segurança) eu não tinha saído, largado tudo para trás e começado de novo do zero.

É muito difícil ter que viver os 18 anos novamente com quase 30. Eu tive que largar um emprego qualificado e que eu tinha um salário muito bom para trabalhar PARA UM CARALHO em uma loja. Não estou dizendo que é emprego bosta, estou dizendo que é um trabalho muito físico com um salário muito baixo. O custo de vida em Toronto é altíssimo!!!! É exorbitante!!!! Vocês não tem noção do quanto.

Eu super me preparei psicologicamente antes de vir, eu sabia muito o que eu teria que viver quando eu chegasse aqui e eu sabia que teria que começar do zero, mas isso não quer dizer que a vida se tornou fácil quando eu vi que era realmente tudo aquilo que eu esperava. 
Não estou reclamando da vida que eu estou vivendo, mas sei que a vida que eu quero para mim não é essa. 
Tem quase dez meses que a gente chegou aqui e só agora a realidade caiu efetivamente, só que ela caiu atrasada e veio num peso de duas toneladas na minha cabeça.
A família está longe, os amigos estão longe, a cultura e os costumes estão longe. Essa distância dói num grau que não dá para colocar em palavras. 

Eu que sei que tudo vai melhorar. As coisas estão melhorando, todos os dias.
O Kalil começa a trabalhar na segunda, o meu inglês melhora diariamente, mas no momento nada disso é o suficiente para alegrar 100% os dias.

Está difícil, não vou negar.
Não quero parecer ingrata, afinal eu estou vivendo aquilo que eu sonhei, mas a gente sabe que qualquer sonho que vira realidade ele vira realidade, e de sonho resta apenas um terço.

Eu sei que no Brasil eu reclamava muito da vida, do país e de tudo, e que estar aqui reclamando da vida parece que sou apenas a pessoa mais infeliz e reclamona do mundo, mas não é bem isso. 
A distância é uma coisa que eu nunca imaginei que sentiria. Eu não sou muito sentimental, não sou muito de sentimentos e de coração, eu tenho um jeito meu de ser. Eu cheguei e fiquei muito de boa com a "realidade" que estava vivendo. As pessoas me perguntavam de saudade e eu respondia "saudade? Não sou desse tipo de pessoa que sente saudade". Aí veio a vida e me fez perder uma pessoa e doeu tanto que eu descobri o que é saudade. É algo que dói, é uma ferida que lateja e que parece que nunca vai sarar.

Conversei com minha madrinha uns dias atrás e ela disse que essa dificuldade de lidar com a distância melhora depois de dois anos e que hoje, ela que mora nos EUA há mais trinta anos, nunca mais pensa em voltar a morar no Brasil.

Sei que essa sensação ruim vai embora, mas até lá vou aqui vivendo cada dia e sempre focando no motivo pelo qual larguei tudo e vim começar de novo tão longe.

Obs.: acho que esse texto ficou muito estranho de ler, eu sei, sorry.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Saudade de quem não volta mais

Muita coisa acontece na vida da gente, o dia a dia é sempre atarefado, a gente está sempre muito cansado, as contas estão sempre vindo para a gente pagar...
Devido a toda a correria da vida, muitas vezes a gente esquece de viver de verdade, a gente deixa de valorizar e de ter consciência do que a gente tem, das pessoas que a gente tem, dos momentos que a gente vive e, quando numa tarde de uma terça (29 de maio) a gente recebe uma notícia triste vinda de longe, a gente se arrepende profundamente de não ter aproveitado mais, beijado mais, abraçado mais, e só o que fica é  o coração doendo, as lágrimas que não param de cair e a saudade de quem não volta mais.


domingo, 27 de maio de 2018

Roteiro Japão

Na vibe do Globo Repórter que fez dois programas maravilhosos sobre o Japão, vou mudar um pouquinho o foco do blog e fazer um post sobre o roteiro que eu e o Kalil seguimos quando fomos para o Japão em 2016.

Posso dizer que o roteiro foi o mais difícil que eu já fiz, primeiro porque eu não conhecia NADA sobre o Japão e não sabia nem por onde começar, e segundo porque quando as pesquisas começaram eu vi que tinha muita coisa para fazer e pouco tempo. 
Eu demorei mais de um mês para conseguir fazer o roteiro e usei uma técnica ÓTIMA que eu inventei.
Eu fiz em uma folha A4 o calendário dos dias que a gente ficava lá e escrevi em post its as coisas que tinham para ser feitas. Eu ia colocando, tirando e recolocando os lugares até achar um roteiro que ficasse perfeito (ou pelo menos o mais perfeito que eu conseguisse).
No final das contas, eu creio que ficou muito bom. Eu faria alterações, nada muito drástico. No final do post eu falo o que é e explico o motivo.

Para quem não sabe, o Japão é muito longe do Brasil, leia-se 39 horas de viagem longe.
É lógico que não foram 39 horas voando e sim em trânsito para chegar até lá.

A passagem para o Japão é realmente bem cara. Na época nós pagamos quatro mil reais cada um. E não se enganem, a gente tentou todas as formas de achar passagem mais barata (muita pesquisa, esperando promoção, entrando de madrugada). Nada funcionou, até porque a gente fazia questão de ir na primavera que é alta temporada no Japão devido ao florecimento das Sakuras. 

Assim como em qualquer viagem, quando montamos roteiros temos que levar em conta os dias de viagem, e no caso do Japão totalizava em média 3 dias (o que é péssimo, porque perdemos muito tempo em trânsito que poderia ser aproveitado lá, mas ok, fazer o que).

Antes de iniciar, só quero lembrar que nos hospedamos apenas em Osaka e em Tokyo, as outras cidades que fomos foi tudo bate e volta.

PASSAGEM DE IDA

29/03 - 11:50 - saída de Belo Horizonte pela Gol (Obrigada, Gol, por quebrar a rodinha da mala)
29/03 - 13:30 - chegada em São Paulo

29/03 - 21:20 - saída de São Paulo (sim um BIIIIGGGGG chá de aerorporto) pela United
30/03 - 06:00 - chegada em Washington DC

30/03 - 12:20 - saída de Washington DC pela ANA
31/03 - 15:25 - chegada em Tokyo (aeroporto de Narita)

Nossa viagem não começou em Tokyo e sim em Osaka, então depois dessa longa viagem, ainda tivemos que pegar o Shinkansen (trem bala) de Tokyo até Osaka, o que foi mais ou menos mais três horas de viagem (sem contar que precisamos pegar um metrô da estação do Shinkansen até a estação perto da casa que alugamos).

DIA 1 - OSAKA
Nesse primeiro dia decidimos conhecer o Osaka Castle que fica no meio da cidade e é muito interessante. É imperdível para quem vai para Osaka porque tem um parque ao redor muito bonito também. Foi nesse parque que tivemos o primeiro contato com a Sakura.



Após a visita ao castelo, fomos ao Osaka Aquarium Kaiyuan que foi um dos aquários mais legais que já visitamos (eu posso dizer isso com propriedade, porque o Kalil ama aquário e a gente sempre vai).

Finalizamos o dia em um bairro muito interessante chamado Namba. 



DIA 2 -  NARA
No segundo dia fomos para Nara, uma cidade a cinquenta minutos de Osaka.

Em Nara tem o parque dos veados e eles ficam todos soltos. A gente compra uns biscoitinhos por 100 ienes e os alimenta.

Esse templo é realmente muito lindo. É imenso!!! E lá está sempre cheio.
Detalhe para a Sakura linda. 

Foto tirada dentro do templo.

DIA 3 - KYOTO
Fizemos bate e volta para Kyoto que fica a uma hora e meia de Shinkansen de Osaka.
Tudo em Kyoto é muito fofo e tem muita cara de Japão antigo. 

É em Kyoto fica Arashiyama, a famosa floresta de bambu.

DIA 4 - OSAKA
Foi dia de bater perna por Osaka e descobrimos sem querer uma estação de metrô que chama Sakuranomia que tem um parque de Sakuras enorme!! Quase morri do coração quando vi de dentro do metrô e descemos correndo.


De tarde fomos numa loja de Pokemon muito legal que o Kalil quase chorou o tempo todo.



DIA 5 - KYOTO
Dia de Fushimi Inari-taishi que é um parque com diversos toris vermelhos que as pessoas vão para pedir saúde e sucesso nos negócios.
Se prepare para andar MUITO! Então vá com sapato confortável e disposição.


No final do dia demos uma rápida passada no museu de mangás que o Kalil amou. Pena que fomos quando o lugar estava quase fechando.



DIA 6 - TOKYO
O dia 6 foi um dia meio morto, porque fizemos a viagem de Osaka para Tokyo que é em média 3 horas. 
Mas a noite comemos pela primeira vez no restaurante preferido do Kalil hoje em dia, o CoCo Ichibanya, que é uma rede de restaurantes no Japão que serve kare.


DIA 7 - TOKYO
Nesse primeiro dia decidimos ir para Shibuya, meu bairro preferido em Tokyo, e que tem a estação de metrô com a estátua do Hachiko, daquele filme Para Sempre ao Seu Lado, e o cruzamento mais movimentado do mundo.

Apesar de na foto parecer que estava vazio, não se enganem, estava entupido de gente.

Parece de boa, mas quando os sinais de carros fecham e abrem os sinais de pedetres esse lugar ficar uma loucura.

DIA 8 - ODAIBA
Odaiba é uma ilha dentro de Tokyo que tem que ser visitada. É lá que tem o robô enorme montado que em algumas horas específicas ele é ligado e tem um showzinho de luzes e movimentos. É bem legal mesmo.
Tire um dia inteiro para visitar essa ilha porque tem muita atração e coisa legal por lá.

Esse robô específico já foi desmontado, mas tem outro montado no lugar e parece que é ainda mais legal que esse.

Restaurante chamado Baratie temática do anime One Piece. É meio caro, mas é tão legal que vale a visita nem que seja para uma bebida e um doce (que foi o que fizemos).

DIA 9 - TOKYO
Dia de visitar o bairro diferentão de Shinjuku.

A gente acho esse bairro tão esquisito e sem nada pra fazer (A GENTE não achou muita coisa pra fazer além de andar) que a única foto do dia foi essa. Foi tirada de um andar alto de um shopping. Provavelmente tem coisa para se fazer, mas a gente não conseguiu descobrir.

DIA 10 - TOKYO
Dia do bairro nerd preferido do Kalil, Akihabara. Se decidirem ir em um domingo, a rua principal do bairro fica fechada para os carros e aberta para os pedestres andarem livremente. É bem legal mesmo.

Nunca vi tanto prédio com tanta loja e tanta tranqueira nerd para comprar.

DIA 11 - MAEBASHI
Nesse dia nós fomos visitar a cidade da minha Batian, Maebashi na província de Gunma.

Tinha um mini templo no meio da rua que encontramos e entramos para conhecer e tirar fotos.

Um parque ao lado de uma avenida principal da cidade.

DIA 12 - HAKONE
Foi uma tentativa frustrada de ver o Monte Fuji. Vale a pena ir se o tempo tiver bom, mas estava muito frio e nublado, o passeio de teleférico e outros que facilitariam ver o Monte Fuji estavam fechados devido a atividades vulcânicas, então, na minha opinião, foi um dia jogado fora. Mas o Kalil curtiu um pouco, então valeu.

Fizemos um passeio no lago com esse navio que estava lotado de turistas.

Lá atrás dá para ver um tori vermelho. Tinha como ir até lá a pé para visitar, mas estava muito frio e eu com muito mau humor para cogitar fazer isso.

DIA 13 - TOKYO
Esse foi nosso último dia no Japão. Para fechar com chave de outro nós fomos de manhã em Akihabara novamente para o Kalil se despedir e no finalzinho da tarde e à noite em Shibuya para eu me despedir.

Sim, ele levou a camisa do Galo pro Japão.
DIA 14 - DIA DE IR EMBORA
Acordamos bem cedo (bem cedo mesmo, tipo cinco da manhã) para ir embora e começamos o trajeto de retorno ao Brasil.

PASSAGEM DE VOLTA
14/04 - 11:00 - saída de Tokyo aeroporto de Narita pela ANA
14/04 - 10:40 - chegada em Washington DC

14/04 - 22:10 - saída de Washington DC (sim um BIIIIGGGGG chá de aeroporto) pela United
15/04 - 08:40 - chegada em São Paulo

15/04 - 11:55 - saída de São Paulo pela Gol
15/04 - 13:18 - chegada em Belo Horizonte

BALANÇO FINAL
A viagem foi ótima e acho que para uma primeira vez as escolhas foram boas.
É lógico que tem muita coisa que não tivemos chance de visitar e Hiroshima foi uma delas, mas era uma cidade muito longe e decidimos deixar de lado e ir em uma segunda vez.
O que eu achei que poderíamos ter feito é diminuir uns dois dias de Tokyo e colocar em Kyoto e talvez nos hospedarmos uns quatro dias por lá e visitar mais a fundo a cidade. Tokyo é uma cidade grande assim como New York e Toronto e não tem muita história e muito a cara do Japão antigo que é o que eu gostaria de ter visitado mais. 
Então, de uma próxima vez, acho que uns três dias em Tokyo é mais que suficiente e deixar mais dias disponíveis para visitar lugares que são 100% japoneses e que só encontramos lá.

Bom, povo, sei que o post ficou imenso, mas a viagem foi imensa também, ne!?
Se caso as duas pessoas que visitam o meu blog frequentemente tiverem alguma dúvida, podem me perguntar que eu respondo, ok?!

Um beijo e até a próxima!!